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CONTO ERÓTICO POR
J.O. Brook & L.B. Brook
Beijo Grego: Descobrindo um prazer proibido

Quando ele entrou na sala parecia que o coração de Arthur tinha parado, ver aquele rapaz na sua frente fez com que a respiração parasse, na sua frente estava o seu sonho de consumo, seus olhos rapidamente percorreram aquele exemplar perfeito dos seus sonhos e das suas masturbações noturnas, engoliu em seco em encarar o rapaz, rapidamente olhou para a ficha para ver o nome do candidato.
“Fernando de Araújo”, lendo o nome do rapaz voltou a encara-lo, o nome encaixava com a pessoa, nem todos os nomes parecem pertencer a pessoa certa, mas naquele caso diante dele estava um encaixe perfeito, os cabelos negros e esculpidos por gel denunciavam um rapaz vaidoso que se dedicava algum tempo a vaidade, os seus olhos azuis que pareciam duas piscinas eram emoldurados pelos óculos de armação preta, sua pele era delicada parecia não ter barba, seus lábios eram esculpidos pelo melhor artista plástico, desenhados na perfeição e carnudos com uma cor rosada, seu coração disparou com a vontade que surgiu em seus pensamentos “Queria beija-lo agora!”.
Os olhos de Arthur foram percorrendo o corpo do rapaz parado na sua frente esperando ser mandado sentar para a entrevista, o rosto de nerd contrastavam com o corpo de um rato de academia, a camisa social branca revelava um corpo cuidado e inchado disposto a ser explorado pelo executivo, engoliu em seco conforme seus olhos deslizavam e a sua imaginação voava, as calças skin pretas demarcavam as pernas inchadas e volumosas, na realidade tudo naquele rapaz era volumoso e imponente:

  • Posso me sentar? – Questionou Fernando encarando o executivo com uma voz masculina e grossa.
    Aquela voz foi como melodia nos ouvidos de Arthur que o fez voltar a realidade, rapidamente tirou os olhos do volume diante dos seus olhos e encarou Fernando nos enormes olhos azuis, o rapaz sorria de forma tranquila:
  • Claro, pode se sentar… – Respondeu Arthur com a voz embargada pelo choque de sair da sua fantasia nos seus pensamentos e voltar para a realidade.
    O executivo estendeu a mão dando autorização para que o rapaz se sentasse, seus pensamentos o mandavam concentrar-se no seu trabalho e não em seus pensamentos perversos que estava a ter com aquele rapaz:
  • Interessante o seu curriculum para um rapaz tão novo! – Declarou Arthur olhando os documentos do candidato.
  • Obrigado… Não sei se pelo novo ou pelo elogio do meu curriculum! – Respondeu Fernando num tom de voz carregado de uma sensualidade natural.
    Aquela voz fez Arthur ficar arrepiado e seu corpo começou a ganhar vida no momento mais improprio, seu rosto ruborizou ao perceber o que estava a acontecer com ele, engoliu em seco e rapidamente tentou arrumar seu pênis que começava a inchar, seus pensamentos gritaram na sua cabeça “Para! Você é um executivo importante, se comporte e seja um profissional”, no mesmo tempo que sua vontade despertava, seu profissionalismo gritava no seu interior e seu corpo não respondia, a respiração ficou acelerada:
  • Um rapaz como você deve estar disposto a tudo para trabalhar numa empresa como a nossa? – Aquela pergunta de Arthur soou muito mal.
    Se arrependeu de a ter feito, mas já era tarde demais, nunca tinha questionado ninguém daquela maneira e muito menos alguém como Fernando, dento da empresa tinha conquistado o respeito pelo seu profissionalismo, empenho e respeito por todos, agora estava a se comportar como um predador encantado com a sua presa, Fernando ao ouvir a pergunta encarou o executivo, sorriu e respondeu de forma segura:
  • Tudo… Tudo o que estiver ao meu alcance! – Sorriu e os olhos azuis penetraram em Arthur.
  • Bom saber, porque nesta empresa damos valor a quem dá tudo pelo bem-estar da empresa… – Arthur abanou a cabeça com a sua frase, parecia que as suas frases vinham carregadas de segundas e terceiras intenções.
  • Eu estou disposto a dar tudo, apenas preciso de uma chance para mostrar o quanto sou bom e empenhado em provar que posso ser uma valia! – Comentou Fernando com um sorriso malicioso.
    O candidato percebeu que aquele homem na sua frente estava de alguma forma incomodado com a sua presença ou talvez encantado, Arthur tinha cerca de trinta e oito anos, era um homem com um ar frio e arrogante, vestia roupa de marca, seu cabelo era elegantemente penteado de forma natural, sua barba de três dias por fazer era excitante, Fernando tinha ficado encantado com o que via na sua frente, fazia já algum tempo que não namorava ninguém e aquele homem era o tipo de homem que o fazia perder a cabeça, na realidade estava se tentando controlar para não saltar sobre a mesa e agarrar aquele exemplar de homem.
    Desde que entrou tinha-o despido dentro da sua cabeça, a camisa branca de listras azuis a condizer com a cor da gravata o deixavam irresistível, mesmo sentado atrás daquela mesa dava para perceber que se dedicava a uma academia quando tinha tempo, seus braços eram tão volumosos quanto os seus e Fernando se imaginou ser agarrado por trás por Arthur, sentir seu corpo ser pressionado contra o do executivo, a sua imaginação estava a mil e o seu desejo fazia seus músculos se movimentarem freneticamente, por mais que precisasse daquele emprego seria difícil se controlar diante daquele homem diariamente.
    Fernando se levantou nervoso assustando Arthur, que pulou na cadeira com aquela reação e encarou o rapaz que começava a ficar vermelho com os seus pensamentos:
  • Não posso… – Declarou Fernando com a voz embargada pelo seu desejo.
    Quando se levantou, o rapaz revelou um enorme volume que chamava a atenção de qualquer pessoa, Arthur ao ver o enorme volume do pênis do candidato engoliu em seco e percebeu que o rapaz estava tão excitado quanto ele:
  • O que não… – Arthur se esforçou em desviar o olhar para aquela parte do corpo de Fernando e encarou nos olhos – O que você não pode?
  • Candidatar-me a esta vaga… – A resposta do rapaz deixou o executivo surpreso – Sinto muito por fazer o senhor perder o seu tempo, mas…
    Fernando estava nervoso, excitado e com uma enorme vontade de pular a mesa e agarrar aquele homem na sua frente:
  • Mas? – Arthur estava sem entender o que estava a acontecer – Você veio a entrevista e não se pode candidatar a vaga, qual o motivo?
    Arthur queria entender o que estava a acontecer, Fernando se mostrou ainda mais nervoso e fechou os olhos com o que estava prestes a fazer, mas não sabia mentir e gostava de ser sincero sempre, para o rapaz esse era o seu maior defeito e revelar a verdade sempre o tinha colocado em algumas situações complicadas, esta entrevista era mais uma dessas situações:
  • O senhor! – Respondeu o rapaz com toda a sinceridade na voz.
  • Eu? – Questionou Arthur sem entender aquela resposta.
  • Sim, o senhor… – Fernando tomou coragem e continuou – Desde que entrei me senti nu na sua frente, seu olhar me fez ficar neste estado.
    Suas mãos apontaram para o seu pênis duro formando um enorme volume nas calças, Arthur ia falar e o rapaz fez sinal com a mão que não respondesse:
  • Eu fiquei desta forma numa entrevista, me sinto envergonhado… E me pergunto como vou poder trabalhar aqui e ficar assim constantemente assim na sua presença, por isso… – Fernando baixou os olhos e declarou – Melhor é esquecer este constrangimento!
    Fernando se voltou no intuito de ir embora, quando Arthur se levantou, revelou o seu estado real com aquela entrevista, a calça social denunciou o que estava a acontecer, um enorme volume deixara a calça revelar o interior, o rapaz encarando o executivo sorriu:
  • Isso é tudo por minha causa? – A pergunta fez Arthur ficar envergonhado com a colocação do rapaz.
    Seu corpo ficou estático com aquela questão, Fernando por seu lado abriu um sorriso malicioso e tomou coragem para fazer o que estava com vontade desde o primeiro momento que entrou na sala e viu o executivo:
  • Como eu estou recusando trabalhar para esta empresa e como você está assim… – Fernando olhou para o volume na calça de Arthur – Posso fazer o que tenho vontade?
    Arthur encarou os olhos do rapaz que sorriu vendo o homem engolir em seco com a sua pergunta, Fernando tirou os óculos depositando-os sobre a mesa de trabalho, caminhou em direção ao executivo e foi abrindo delicadamente os botões da sua camisa revelando um corpo liso e bronzeado, sua pele parecia ser suave e um convite para deslizar as suas mãos:
  • Acho que imaginou como eu seria debaixo da roupa… – Fernando abriu a camisa e pegou na mão de Arthur deslizando-a no seu corpo que fervia de vontade em ser tocado – Foi como imaginou?
    Ele sorriu de forma sensual, as mãos de Arthur tremiam ao tocar na pele do rapaz, era uma mistura de desejo, tesão, medo e ousadia por estar a ter aquelas atitudes com um candidato na sua sala, durante anos homens e mulheres o seduziam de forma a obter uma vantagem profissional, mas ele sempre recusara qualquer investida e aquele estranho de alguma forma o tinha enfeitiçado de forma a leva-lo cometer aquela loucura.
    Percebendo que Arthur estava nervoso com aquela situação, Fernando tomou a iniciativa e segurando a mão do homem deslizou-a pelo seu corpo nu, a sua pele demonstrava que estava tendo tanto prazer com tudo aquilo e numa ousadia segurando a mão de Arthur levou-a em direção a boca, segurou o dedo indicador dele e deslizou pelos seus lábios, para em seguida abrir a boca e simular um sexo oral no dedo de Arthur.
    Sem tirar os seus olhos azuis dos olhos do homem, Fernando foi chupando e deslizando a sua língua quente e húmida pelo dedo, o coração de Arthur pulsava como um cavalo de corrida louco para saltar de dentro do peito no seu interior duas vozes gritavam, uma dizia “Mostra quem manda” e a outra dizia “Para enquanto existe tempo, se alguém entrar?”, a disputa interior do executivo era combatida com as ousadias daquele garoto na sua frente:
  • Ainda com medo? Eu cancelei a minha candidatura… – Fernando se voltou para a mesa, pegou na sua ficha de candidatura e rasgou – Agora sou apenas um rapaz impressionado com o homem na minha frente e disposto a sair daqui satisfeito.
    As palavras de Fernando foram como um fogo que consumiram o medo de Arthur e no ato de coragem ele agarrou no rapaz e beijou-o com intensidade, os atos demonstraram em como estava desesperado por possuir aquele troféu de desejo, a língua de Arthur invadiu a de Fernando sentindo o hálito fresco de hortelã e aquilo o fez lembrar de algo, se afastou do rapaz e abriu uma das gavetas, Fernando não entendeu aquele ato do executivo e temeu o que estava a acontecer.
    Arthur tirou um spray escuro da gaveta, sem dizer nada segurou com alguma força a boca do rapaz fazendo-a se abrir, deu três borrifadas e em seguida voltou a beijar Fernando com intensidade e fulgor, os olhos do rapaz se abriram enquanto era beijado, as sensações eram intensas, um frescor fez com que a sua boca começasse a salivar intensamente, uma formigar foi ficando intenso dando lugar a uma vibração que disputava atenção da sua boca com a língua de Arthur, aquela mistura de beijo vibratório era intenso e ele nunca tinha sentido nada parecido com outro homem.
    Seu corpo foi pulsando mais e mais, aumentando o desejo e a vontade de ser possuído pelo executivo, queria parar e gritar “Me come por favor!”, mas estava extasiado com tudo o que estava a acontecer naquele momento que apenas sussurrou as seguintes palavras:
  • Quero sentir essa vibração em outro lugar…
    Arthur ouvindo o pedido agonizante de prazer do rapaz sorriu de forma maliciosa e antes que Fernando tivesse tempo de dizer algo mais, abriu as calças e puxou-as com dificuldade, afinal as calças de Fernando pareciam coladas ao seu corpo, o executivo sorriu ao visualizar um corpo liso e duro, o pênis do rapaz pulsava tanto quanto a sensação de vibração que ambos sentiam na boca e sem avisar, o homem virou Fernando de costas, com alguma violência debruçou o rapaz sobre a mesa revelando uma bunda lisa como toda a pele dele, em seguida pegou no frasco e apertou quatro vezes, quando o gel refrescante tocou na pele quente de Fernando o fez se arrepiar, Arthur depositou o frasco diante do rosto de Fernando e ele pode ler “Beijo grego”.
    Antes que ele pudesse associar o nome do produto ao ato, sentiu a língua quente e molhada de Arthur tocando no seu ânus, um gemido de prazer invadiu o escritório e numa repreensão uma sonora palmada ecoou:
  • Nada de gemer alto! – Ordenou Arthur revelando o seu lado autoritário ao rapaz.
    Fernando sorriu e se controlou ao sentir novamente a língua e os beijos molhados do executivo, que eram alterados entre língua e dedo que invadia o seu interior, o frescor e a vibração foi dando lugar a uma sensação de excitação que aumentava a cada segundo, algo no seu ânus pulsava e aumentava a vontade de ser possuído, aquilo parecia magia porque pela primeira vez seu corpo ganhava vida própria em ser possuído e ultrapassa a velocidade do seu pensamento.
    O executivo se endireitou, mordeu a orelha do rapaz e sussurrou:
  • Agora vou dar o que o seu corpo está a pedir e você está a desejar!
    O som do fecho das calças a se abrir foi intenso e excitante para Fernando, com mestria o homem colocou a camisinha e jogou a embalagem sobre a mesa, o rapaz vendo a rapidez que Arthur tinha colocado o preservativo ficou surpreso e antes de ter tempo para se preparar para ser invadido, sentiu uma dor prazerosa invadir todo o seu ser, a mão de Arthur tapou a boca do rapaz para não gritar e num misto de desejo e pressa o executivo foi invadindo, era intensa cada estucada que acontecia, porque o seu interior queria mais por tanta excitação, o frescor e a vibração eram intensos fazendo o prazer subir as alturas.
    Por alguns minutos ficaram assim, Fernando sendo magistralmente possuído pelo executivo que apenas existia em seus sonhos e tinha-se tornado realidade naquela manhã, estava satisfeito em ter dispensado a chance de trabalhar numa das maiores empresas e descoberto como ser possuído por aquele homem e o tal gel surpreendente com o nome “Beijo Grego”, realmente tinha viajado no prazer com o que estava a acontecer.
    O membro de Arthur dentro de Fernando começou a pulsar freneticamente e um sussurro prazeroso carregado com dor soou abafado:
  • Não aguento mais… Vou…
    Sem dar tempo de falar, Arthur ejaculou e ao mesmo tempo sem se tocar, Fernando sentiu seu corpo ser inundado de prazer e ser expelido pelo corpo como uma daquelas pistolas de água, seu prazer inundou a mesa de trabalho de Arthur e um sorriso de satisfação culminou como uma declaração que tinha sido a melhor transa que aconteceu na sua vida.
    Arthur se afastou, deixando o corpo de Fernando livre, retirou a camisinha, pegou no lenço do bolso e limpou os vestígios da sua loucura, o rapaz se endireitou e seu corpo tremia, seu sorriso era encantador como um menino que tinha aprontado a maior asneira, quando se voltou e viu o membro de Arthur se assustou e pensou “Aquilo entrou tudo?” e em seguida olhou para o executivo:
  • Sim, o “Beijo Grego” deixou você tão excitado que entrou tudo e você não sentiu nenhuma dor! – Um sorriso malicioso surgiu, revelando uma satisfação em dar prazer aquele rapaz.
  • Não sei o que dizer e nem acredito no que acabou de acontecer aqui… – Falou Fernando um pouco envergonhado.
  • Se refere a entrevista maravilhosa que eu tive? Bem, eu acho que encontrei o meu assistente pessoal… – Declarou Arthur mostrando poder na sua decisão.
  • Mas… – Tentou argumentar Fernando perante aquela informação.
  • Sem problemas, aqui eu preciso de um assistente e seu curriculum é bom e como sou solteiro preciso de um assistente 24h na minha cama! – O sorriso maravilhoso de Arthur tranquilizou o rapaz.
  • Quer dizer que… – Fernando ainda não acreditava que tinha conseguido o emprego.
  • Sim, o emprego é seu, mas o que aconteceu aqui não pode voltar acontecer, aqui é o nosso local de trabalho!
    A voz de Arthur era autoritária como a de um chefe severo e responsável, Fernando acenou com a cabeça confirmando e rapidamente arrumou a roupa, não sabia se abraçava o seu novo chefe ou simplesmente saía rapidamente do escritório dele.
    Quando o rapaz foi se dirigindo a porta, o executivo falou:
  • Onde pensa que vai? – AquelA pergunta fez o rapaz parar imediatamente – Vai começar já a trabalhar e limpar a sujeira que fez.
    Arthur apontou para mesa suja do prazer de Fernando, passou o lenço para ele limpar e em seguida colocou o “Beijo Grego” no bolso das calças do rapaz e comentou:
  • Guarde para mais logo usar comigo!

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Author: Juliana Abdala

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